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Isolamento de Câmaras Frigoríficas

Isolamento de Câmaras Frigoríficas



Nos grandes centros urbanos, por necessidade de se garantir o abastecimento ás populações, tornam-se cada vez mais importante as câmaras frigoríficas. A construção destas câmaras exige grandes cuidados com a isolação térmica que deve ser feita com bons materiais e que sejam duráveis, o EPS tem se mostrado excelente para este tipo de serviço.

As câmaras podem ser fabricadas " in loco " ou pré fabricadas em painéis.


CÂMARAS CONSTRUÍDAS NO LOCAL

São construídas de maneira convencional: piso, alvenarias e laje de cobertura. O isolamento é feito com chapas isolantes de EPS respeitando-se as seguintes espessuras ( sempre em duas camadas):

ESPESSURA

CÂMARAS PARA

TEMPERATURA ( C º)

UMIDADE

50 mm

Presunto salgado

16

75-80

 

Abacaxi, Bananas

12 a 18

85-90

 

Limão

8

80-90

 

Batata doce

4

80-85

 

Tomate verde

15

85-90

75 mm

Salsichas

4

75

100 mm

Carne, Frango, Presunto etc.

0

80-92

 

Figos, Maças, Alfaces, Cenouras

0

75-90

 

Beterrabas, Couve Flor

0

75-90

 

Castanhas, laranjas, peras, uvas

1

80-95

 

Tangerinas, Aspargos, Cogumelos

1

80-95

 

Tomates maduros

1

80-95

 

Peixe fresco

0

90-95

200 mm

Carne bovina congelada

-18 a -25

85-95

 

Frango congelado

-20 a -25

80

 

Presunto congelado

-18 a -25

90-95

 

Toucinho crú

-15

90-95

 

Peixe congelado

-16 a -25

90-95

 

A câmara construída deve ser cuidadosamente verificada ao ser impermeabilizada para que não aconteçam infiltrações de vapor d´ água o que prejudicará a isolação térmica, qualquer que seja o isolante.


CÂMARAS PRÉ FABRICADAS

A montagem de câmaras em painéis pré fabricados em EPS pertence ao isolamento de terceira geração. Os painéis, geralmente, são revestidos com chapas metálicas, a montagem é mais rápida e as barreiras de vapor mais eficientes, além de Ter paredes mais delgadas que ocupam menor área para o mesmo volume de câmara. O núcleo de EPS e o revestimento são unidos pôr colagem e prensagem formando um elemento rígido e de resistência mecânica muito boa. O fechamento do teto da câmara com painéis suspensos dispensa lajes e permite grandes vãos sem colunas.



Fundação para estradas

A principal razão para se usar EPS em fundações de estradas é o seu alto índice de resistência à compressão/densidade e seu baixo peso específico que oferece reais vantagens como aterro onde o solo é frágil.

As estradas são freqüentemente construídas acima do nível do solo para se obter uma distribuição de cargas adequada ao solo existente no local.

QUANDO USAR

É comum se encontrar solos instáveis a uma carga adicional provocada pelo leito de uma estrada, isto ocorre próximo de rios e lagos ou na faixa litorânea. Os meios tradicionais são: criar fundações profundas para achar solo estável, remover o solo existente substituindo-o por solo compactado trazido de fora, colocar aterro acima do necessário e aguardar a acomodação. Todas estas soluções são caras e/ou demoradas.

O EPS oferece outra alternativa que já foi aplicada com sucesso na Escandinávia, Holanda e França, um aterro feito com blocos de EPS permite uma fundação de cargas bem distribuídas, numa solução rápida que elimina qualquer problema futuro de recalque e custos competitivos.

COMO USAR

Sobre o solo limpo e nivelado distribui-se areia na largura da base do aterro, sobre a areia vão sendo colocados grandes blocos de EPS nivelados e com amarração em junta seca.

As laterais respeitarão o gradiente de aterros em forma escalonada. Os blocos devem ser cobertos com um filme de proteção em polietileno com carboblack que impedirá a eventual penetração de solventes, sobre ele será feito pequeno aterro inclinado nas laterais para plantio e a base da estrada em brita para receber o pavimento. A construção é rápida e de baixa manutenção.

O mesmo processo é usado em cabeceiras de pontes em qualquer solo reduzindo-se as cargas horizontais na estrutura da ponte. Também as construções de pátios de postos de abastecimento e restaurantes de beira de estradas são favorecidos com este processo de aterro.



Forros isolantes e decorativos

Sempre que se pretende um teto liso ou decorado, sob a estrutura de telhas, sob lajes e vigas desiguais ou ainda onde haja instalações aparentes de luz ou ar condicionado, a solução é a colocação de um forro.

Existem várias soluções para forros, uma das mais baratas, rápidas e adaptáveis é o forro com estrutura auxiliar e placas de EPS. A estrutura pode ser simples tarugamento de madeira ou perfis metálicos suspensos por tirantes.

PORQUE USAR

As placas de EPS tem ótimas qualidades, além do baixo custo são auto portantes, isolantes térmicos de alta eficiência, permitem relevos decorativos, são impermeáveis à condensação, não mancham e podem ser pintadas com tintas à base de PVA e acrílico. São anti - alérgicas e não são atacadas por cupins.

COMO USAR

Com taruagamento de madeira aplica-se no alto do cômodo a ser forrado sarrafos de 10 cm na menor largura do cômodo, a cada metro. Nivelados com estes pregam-se sarrafos de 5 cm no sentido oposto e a cada 50 cm. A grelha formada receberá as placas de EPS pregadas ou coladas.

Com perfis metálicos a colocação inicia-se pregando uma cantoneira em paredes ao nível do forro, os tirantes são colocados na estrutura existente a cada metro. O perfis inteiros são colocados na menor largura do cômodo e os perfis cortados formando quadrados de 1,00 x 0,50 m e são fixados nos outros. As placas são colocadas pôr último e fixadas por presilhas de mola.



Isolamento térmico em telhados

Um país com a extensão territorial do Brasil tem diferenças climáticas muito grandes, frios intensos no sul pôr ocasião do inverno e calor excessivo no verão tropical. Em todos os casos existe a necessidade de cuidados com a proteção das edificações através do isolamento térmico de paredes e telhados.

QUANDO USAR

No caso de casas térreas, a superfície de exposição ao calor ou frio tem 70% de sua área no telhado, em sobrados, em média 50% é telhado. Assim sendo, temos nele o maior responsável pelas perdas ou ganhos de calor causando resfriamento ou aquecimento no ambiente interno das edificações. Por isso, quem pretende projetar ou construir com resultados confortáveis deve sempre pensar no isolamento térmico da cobertura. Em climas de variações muito grandes de temperatura o mesmo cuidado deve ser tomado com as paredes.

COMO USAR

O EPS é fornecido em placas nas espessuras adequadas para um bom isolamento térmico ou qualquer espessura sob encomenda, facilitando muito seu manuseio e aplicação.

O isolamento térmico de telhados com EPS pode ser feito diretamente sob a telha, fixado na estrutura de sustentação das telhas ou sobre o forro. No caso de forro de laje, basta colar as placas sobre a laje com adesivos à base de água ou álcool. Pode-se também colocar com argamassa.

Em forros de madeira, plástico, gesso ou estuque o EPS pode ser fixada no tarugamento de sustentação do forro com os mesmos adesivos ou simplesmente pregando as placas. O resultado de qualquer das soluções é sempre o mesmo: um ótimo isolamento térmico de baixo custo e alta eficiência.



Isolamento térmico de tubulações e reservatórios

O EPS é usado na isolação térmica de tubulações e reservatórios com temperaturas de –200 a + 80 ºC com ótimos resultados.

QUANDO USAR

Instalações industriais e de schillers para ar condicionado têm necessidade de isolamento térmico nas tubulações e reservatórios de água gelada, as instalações residenciais de água quente, seja por aquecedores ou placas solares também. Para ambos a solução mais eficiente é usar calhas de EPS nos tubos e placas ou segmentos nos reservatórios.

COMO USAR

Pela facilidade de corte do EPS pode-se obter calhas para qualquer diâmetro de tubulação.

Dependendo da temperatura a ser isolada a espessura do isolamento aumenta e as calhas devem ser feitas então em duas camadas.

Em tubulações que levam fluídos a temperaturas muito baixas as calhas devem ser impermeabilizadas corretamente para evitar que a penetração de vapor venha a congelar a água, prejudicando a isolação ( qualquer que seja o material isolante ).

Em reservatórios pode-se usar placas planas quando a forma das paredes o permitir, ou segmentos cortados para uma perfeita adaptação às curvas das paredes do reservatório. Os mesmos cuidados devem ser tomados para baixas temperaturas.

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